Árvores do Morro

Árvores do Morro - Cedro

Cedro, Cedrela fissilis, Apiaí 

Cedro

Cedrela fissilis

 

Cedro, Cedrela fissilis, Apiaí 

O cedro-cetim, cedro-rosa, cedro-missioneiro ou acaiacá (Cedrela fissilis Vell., entre outros nomes científicos) é uma árvore nativa do Brasil, da família das meliáceas.

Árvores que podem atingir os 30 m de altura; folhas compostas, 25 a 120 cm, pecíolo densamente tomentoso a curto pubescente; folíolos de 12 a 18 pares, opostos a subopostos, sésseis a curto-pecioluilados pardo escuros quando secos, oblongos a oblongo-lanceolados até oval-lanceolados.

Ocorre desde o Panamá e Costa Rica até a Argentina; no Brasil está presente na maioria dos estados, em solos profundos e úmidos, porém bem drenados. Está ameaçado de extinção por exploração excessiva.

O plantio do cedro, em função da qualidade da madeira, está sendo tentado, como o de outras meliáceas; muitos plantios adensados foram prejudicados pelo ataque da Hypsipyla grandella Zeller. Esta lagarta de mariposa ataca também plantios adensados de outras meliáceas como mogno (Swetenia macrophila) e de andiroba (Carapa guianensis). Recomenda-se o plantio com grande espaçamento com alternância de outras espécie para evitar a broca-do-cedro. É uma espécie emergente em floresta de "clímax", iniciando seu crescimento na vegetação secundária.

A planta é também designada como:

acaiacá, acaiacatinga, acajá-catinga, acajatinga, acaju, acaju-caatinga, acaju-catinga, capiúva, cedrinho, cedro, cedro-amarelo, cedro-batata, cedro-branco, cedro-fofo, cedro-da-bahia, cedro-da-várzea, cedro-de-carangola, cedro-do-campo, cedro-do-rio, cedro-do-rio-de-janeiro, cedro-cetim, cedro-diamantina, cedro-rosa, cedro-rosado, cedro-roxo, cedro-verdadeiro, cedro-vermelho, iacaiacá.

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Árvores do Morro - Embira-de-sapo

 Embira-de-sapo, Lonchocarpus guilleminianus, Apiaí

Embira-de-sapo

Lonchocarpus guilleminianus

 

Embira-de-sapo, Lonchocarpus guilleminianus, Apiaí 

Essa espécie mede, em média, de 10 a 18 metros. Seu tronco possui de 40 a 50 centímetros de diâmetro. As folhas são compostas e têm de 4 a 8 centímetros de comprimento. As flores, em cachos, vão do branco ao bege.

Ocorrência Natural: Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. É típica da floresta latifoliada semidecídua.

Conhecida como Feijão-cru, Rabo-de-bugio, falso-timbó, guaianã, ingá-bravo, embira-de-carrapato, pau-de-carrapato, rabo-de-macaco, pau-de-canzil, e maracanã-da-grande, essa árvore apresenta características ornamentais, sobretudo em função de sua copa piramidal. 

Por isso mesmo, é comum ser empregada na arborização urbana. Soma-se a isso, tem ainda o fato de seu desenvolvimento ser considerado rápido. Atinge 3,5 metros em 2 anos.

Em razão deste detalhe, é indicada também para ser plantada em áreas degradadas de preservação permanente e se adapta bem à terrenos pobres e secos. Sua madeira, dura, pesada e compacta, costuma servir para obras internas da construção civil e peças torneadas.

Sua floração ocorre de dezembro a janeiro, e a maturação dos frutos entre julho e agosto.

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