Árvores do Morro

Árvores do Morro - Gabiroba

Gabiroba, Campomanesia pubescens, Apiaí 

Gabiroba

Campomanesia pubescens

 

Gabiroba, Campomanesia pubescens, Apiaí 

A gabiroba, guabiroba , guabirova , guavirova , gavirova , araçá-congonha ou guavira é o fruto produzido pela gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado brasileiro.

"Gabiroba", "guabiroba", "guavirova", "gavirova","graviola" e "guabirova" originam-se da junção dos termos tupis wa'bi, "ao comer" e rob, "amargo"1 . "Araçá" originou-se do termo tupi ara'sá e "congonha" originou-se do termo tupi kõ'gõi, "o que mantém o ser".

A gabiroba é uma planta nativa do Brasil, sendo muito encontrada nos cerrados das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. Sendo disseminada para outros países da América do Sul, é muito encontrada na Argentina e Uruguai. No sul do Brasil, na região norte e oeste do Paraná além da variedade de cerrado, dissemina-se também a variedade arbórea que alcança vários metros de altura, produzindo frutos com sabor e aparência da variedade de campo, porém quando maduros apresentam a cor amarela.

Propriedades medicinais: adstringente e antidiarréica. A infusão das folhas é relaxante para aliviar dores musculares, através de banhos de imersão.

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Árvores do Morro - Araucária

 Araucária , Araucaria angustifolia, Apiaí,

Araucária

Araucaria angustifolia

 

Araucária , Araucaria angustifolia, Apiaí,

Araucária , Araucaria angustifolia, Apiaí,  

A araucária é a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo majoritariamente na região Sul do Brasil, bem como no leste e sul do estado de São Paulo, extremo sul do estado de Minas Gerais, e em pequenos trechos da Argentina e Paraguai, sendo conhecida por muitos nomes populares, entre eles pinheiro-brasileiro e pinheiro-do-paraná; é também chamada pelo nome de origem indígena, curi.

Sua origem remonta a mais de 200 milhões de anos atrás, quando sua população se disseminava pelo Nordeste brasileiro. Conífera dióica, perenifólia, heliófita, pode atingir alturas de 50m, com um diâmetro de tronco à altura do peito de 2,5 m. Sua forma é única na paisagem brasileira, parecendo uma taça ou umbela. Ocupando uma área original de 200 mil km², a partir do século XIX foi intensamente explorada por seu alto valor econômico, dando madeira utilíssima e sementes nutritivas, e hoje seu território está reduzido a uma fração mínima, o que segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) coloca a araucária em Perigo Crítico de Extinção.

Estima-se que a floresta de araucária cobriria originalmente 200.000 km², tendo diminuído em 97% no último século. Além do corte da araucária para exploração da madeira, seu ecossistema compete em desvantagem com o avanço da fronteira agrícola, os reflorestamentos são poucos e a espécie perde 3.400 toneladas anuais de sementes para consumo alimentar humano. As populações do Paraguai não são produtoras de sementes, e na Argentina a floresta, que em 1960 tinha 210.000 ha, atualmente tem 1.000 ha apenas.

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