Insetos / Bichos do Morro

Esperança-folha

Tettigoniidae Pseudophyllinae

 

Esperança-Folha -  Tettigoniidae Pseudophyllinae

Esse bichinho usa do mimetismo para ficar em paz na mata, não há muitos estudos sobre este ser.

O que pôde ser visto é que ele ocorre deste a Costa Rica até o Brasil.

Com freqência é visto no pátio próximo ao CIT - Centro de Informações Turísticas.

 

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Opilião

Gênero: Opiliones

 

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Os opiliões são invertebrados de oito pernas que pertencem a ordem Opiliones, que é a terceira em termos de diversidade da Classe Arachnida, Subfilo Chelicerata, Filo Arthropoda, compreendendo mais de 6.300 espécies descritas em todo o mundo até o ano de 2005.
O nome Opiliones, cunhado por Sundevall em 1833, foi baseado no gênero Opilio Herbst, 1798. Opilio é uma palavra latina, usado por Vergílio nas Bucólicas e significa "pastor de ovelhas". O nome se refere ao comportamento de inspeção do segundo par de pernas.

Os opiliões são inofensivos e caracterizam-se pelas pernas articuladas excepcionalmente longas em relação com o resto do corpo. Apesar das semelhanças superficiais com as aranhas, com as quais são geralmente confundidos, estes aracnídeos representam um grupo distinto. O corpo está divido em prossoma e opistossoma que encontram-se fundidos em toda a sua largura, formando uma estrutura ovalada ou arredondada sem separação visível dos dois tagmas. Em contrapartida, as aranhas apresentam o prossoma e opistossoma bem distintos. O prossoma dos opiliões porta um par de olhos medianos (raramente ausentes) e lateralmente um par de aberturas das glândulas odoríferas (ou de cheiro). Essas glândulas secretam um líquido de cheiro característico quando o animal é perturbado.

A maioria dos opiliões tem hábitos noturnos. Eles usam o segundo par de pernas, que são mais longas que as demais, para inspecionar o ambiente, o alimento e a água. Os opiliões não não possuem glândulas de seda nem glândulas de veneno. Embora não apresentem glândulas de veneno, possuem um par de glândulas odoríferas no prosoma (de "mau cheiro"),denominadas zoóporos. A função clássica dessas glândulas é a produzir e liberar químicos de cheiro desagradável para afastar predadores, mas uma função de feromônio de alarme já foi demonstrada. O líquido secretado por essas glândulas é inofensivo para os humanos, apenas possuindo odor desagradável. Quando ameaçados, frequentemente executam tanatose. Na subordem Eupnoi, o comportamento de autotomia é comum, com a perda de uma perna que continua se movendo após ser destacada do corpo, devido à presença de marcapassos em um dos segmentos da perna, que enviam sinais periódicos, através dos nervos, para os músculos da perna contraírem. Existe a hipótese que esse comportamento poderia distrair a atenção do predador durante a fuga do opilião. 

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