Insetos / Bichos do Morro

Caracol

Megalobulimus parafragilior

 

caracol

Esta espécie de caracol terrestre é exclusiva (endêmico) da Mata Atlântica.

Já foi extinto em muitas localidades e corre risco de extinção em outras.

A concha mede 12cm de comprimento. É um dos maiores caracóis terrestres da Mata Atlântica.

Esta espécie de caracol terrestre é bioindicador da qualidade ambiental. Só ocorre em áreas de Mata Atlântica bem preservadas.

Ocorre na Mata Atlântica de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

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Foto Galeria

 

Borboleta 88

Diaethria clymena

 

 88

 

Família: Ninfalídeos / Biblidinae

Plantas Hospedeiras: Trema micrantha (Ulmaceae)

Ocorre no Cerrado, na Mata Atlântica da Serra do Mar e interior.

A espécie está cada vez mais rara devido à destruição de seu habitat.

Voa em locais abertos e iluminados, muitas vezes em busca de frutos caídos e sais. As fêmeas põem ovos isolados na planta, a lagarta instala-se na superfície da folha e se transforma em crisálida.
São conhecidas 12 espécies de Diaethria popularmente chamadas de Borboleta 88. Na D. clymena as linhas ornamentais que formam o número nas asas são muito grossas.

Muitas vezes freqüentam habitações humanas, em locais onde a roupa é lavada, no chão coberto de cinzas no local de fogueiras onde há urina e são considerados um sinal de boa sorte por algumas comunidades.
A face superor das asas são negras marcadas por uma faixa diagonal de azul metálico ou verde.

Em algumas espécies esta cor é repetida nas asas posteriores sob a forma de uma banda submarginal.

O Gênero Diaethria está confinado a América Central e do Sul.
Diaethria clymena é distribuída desde a Nicarágua até o Brasil e Peru.
Esta espécie ocorre em altitudes entre o nível do mar e cerca de 2000m, em florestas tropicais e florestas úmidas.

A lagarta habitualmente repousa sobre a superfície superior de uma folha, com os segmentos torácicos e levanta a cabeça se prende ao substrato fazendo com que os espinhos fiquem projetados para cima.
Se molestadas dão espasmos, balançando sua cabeça defensiva de lado a lado para assustar predadores ou parasitóides.

A crisálida é verde e os machos são fortemente atraídos urina encharcada de areia, e também absorver minerais dissolvidos do solo úmido, pisos e paredes rochosas.

São geralmente vistas em grupos de dois ou três, mas às vezes se reúnem em grande número.
Podem pousar de cabeça-para-baixo em paredes ou troncos de árvores.
Pouco antes do pôr do sol, os machos abrem suas asas para se aquecer.

Pousam debaixo de árvores, arbustos, onde passam a noite protegidos da chuva.

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 Fonte:http://netnature.wordpress.com