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João de Barro

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Tiriva-de-testa-vermelha

Pyrrhura frontalis

 

tiriva2

Popularmente conhecido como tiriba, tiriva, tiribaí, tiribinha, fura-mato, periquito-tapuia, cara-suja e tiriba-de-testa-vermelha, é uma ave florestal encontrada do estado brasileiro da Bahia ao estado do Rio Grande do Sul, bem como no Uruguai, Paraguai e Argentina. Tais aves chegam a medir até 27 cm de comprimento, com região auricular parda e face branca, fronte, abdome e inferior da cauda vermelhos.

"Tiriba" procede do tupi ti'riwa

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tangaramachoMacho

Tangará

Chiroxiphia caudata

 

tangarafemeaFêmea

Seu nome, supostamente, deriva do tupi ata, andar; e carã, em volta; sendo correspondente ao vocábulo castelhano saltarin.

A ornitologia brasileira fala deste pássaro como sendo uma das especies citadas pelos colonizadores, tanto no norte quanto no centro-oeste do Brasil.

Os machos têm uma esplêndida plumagem azul-celeste, cauda preta com duas penas centrais mais longas que as outras e, no alto da cabeça, uma brilhante coroa vermelha. Os mais jovens são verde-oliva, diferindo das fêmeas pela coroa vermelha que nasce antes da mudança das plumas no restante do corpo.

As fêmeas são verde-escuras, cauda mais longa que a dos machos, o que as torna ligeiramente maiores que estes. São, também, mais silenciosas, tendo o seu próprio território ao redor do ninho, onde constroem uma cestinha rala para deposição de dois ovos de fundo pardacendo com desenho mais escuro. A incubação dos ovos é feita pelas fêmeas, durante 18 dias; e os filhotes abandonam o ninho após 20 dias, passando a se alimentar e defender sozinhos.

Apesar de seu pequeno tamanho (em média, 13 cm), esta espécie encanta seus observadores pelo belíssimo canto e por alguns aspectos comportamentais, especialmente a típica dança pré-nupcial, quando os machos se revelam verdadeiros acrobatas, enfileirando-se vários deles num galho e exibindo-se ante a fêmea, um de cada vez. Depois de executarem o rito, cada um volta ao fim da fila e espera a vez de exibir-se novamente.

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